quarta-feira, 20 de maio de 2009
Rascunho imperfeito
Das incongruências da vida, tudo vai se acertar, a sua revelia ou não.
Paulatinamente o que se contruiu, desaba.
Paulatinamente o que se desabou, resurge.
Paulatinamente o que se contruiu, desaba.
Paulatinamente o que se desabou, resurge.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Gripe: (A) Marginália
O apocalipse: todas as pessoas acreditam em algum grau no nosso fim capital. Alguns mais, outros menos. Eu diria que a mídia é a que mais aposta no derradeiro dia, pena que se isso ocorrer, não terão leitores para o dia seguinte. Recuso-me a acreditar nessa tal pandemia, nível 5, segundo a OMS ( Organização Mundial da Saúde ), ou seja, risco eminente de todos os seres humanos serem infectados. Há um quê de demagogia em tudo que se tem dito e tudo que tem circulado pelos jornais. Faz-se um alarde imenso por 5.000 casos no mundo todo. As pessoas estão imersas em um globo que já bateu a casa dos 7 bilhões de habitantes, portanto 0,00007% dos seres humanos que habitam o planeta Terra estão doentes. Fechem as janelas. Não saiam de casa. Usem máscaras, de preferência evitem respirar, possivelmente pode ser o seu último suspiro ante ao influenza.
Quando este texto circular, os casos serão mais numerosos, eles vão crescer, mas não baterão nem de longe os números que apresentarei a você, saudável leitor. No mundo, a tuberculose é uma das doenças respiratórias graves que mais mata. Só no Brasil, segundo dados da Anvisa, são 116 mil casos da doença. Esta não é noticiada como pandemia. No mundo, o vírus do HPV tem causado o aumento escandaloso da incidência de câncer de colo do útero. Só no Brasil, segundo dados da Comissão de Infectologia Brasileira, são 34 milhões de casos. Este não é noticiada como pandemia. Acho que já me fiz entender. Poderia citar outros exemplos como os casos de asma e pneumonia, mas os pouparei de dados aberrantes.
Mais: o grau de mortandade do Influenza A ( H1N1 ) é infinitamente menor frente aos da tuberculose, por exemplo, que mata 68 entre 10 mil habitantes.
Fim por fim, a indústria de máscaras ri por trás delas. A indústria farmacêutica nada de braçadas em antigripais e afins. Alguém sempre ganha com a desgraça alheia.
Mais uma vez a mídia faz o seu papel de espetacularização do mundo. Kracauer, o mentor dessa ideia, estaria gargalhando ante a tanto alarde. Atenho-me ao brasileirissimo Gilberto Gil que sabiamente cantava a algum tempo atrás: aqui é o fim do mundo!
Quando este texto circular, os casos serão mais numerosos, eles vão crescer, mas não baterão nem de longe os números que apresentarei a você, saudável leitor. No mundo, a tuberculose é uma das doenças respiratórias graves que mais mata. Só no Brasil, segundo dados da Anvisa, são 116 mil casos da doença. Esta não é noticiada como pandemia. No mundo, o vírus do HPV tem causado o aumento escandaloso da incidência de câncer de colo do útero. Só no Brasil, segundo dados da Comissão de Infectologia Brasileira, são 34 milhões de casos. Este não é noticiada como pandemia. Acho que já me fiz entender. Poderia citar outros exemplos como os casos de asma e pneumonia, mas os pouparei de dados aberrantes.
Mais: o grau de mortandade do Influenza A ( H1N1 ) é infinitamente menor frente aos da tuberculose, por exemplo, que mata 68 entre 10 mil habitantes.
Fim por fim, a indústria de máscaras ri por trás delas. A indústria farmacêutica nada de braçadas em antigripais e afins. Alguém sempre ganha com a desgraça alheia.
Mais uma vez a mídia faz o seu papel de espetacularização do mundo. Kracauer, o mentor dessa ideia, estaria gargalhando ante a tanto alarde. Atenho-me ao brasileirissimo Gilberto Gil que sabiamente cantava a algum tempo atrás: aqui é o fim do mundo!
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Mau cheiro
O Brasil vai mal, caro leitor eleitor. A cada dia que abrimos os jornais nos deparamos com disparates mil. Detalhe: eles não atingem somente a esfera Legislativa, a mais nefasta, mas também corrompem o Executivo e o Judiciário. Justifico tal afirmação com dois exemplos patentes.
O primeiro, malfadado, diz respeito às passagens que os congressistas recebiam e utilizavam ao seu belprazer. Os meses que o contribuinte trabalha todo ano para ser revertido em imposto era gasto com voos de Eduardo Suplicy acompanhado da namorada para o exterior, de Luciana Genro para Protógenes Queiróz realizar palestras e até mesmo para Adriane Galisteu assistir ao Carnaval. Nada mais justo, não é? Mesmo porquê Suplicy é de família pobre em São Paulo, humilde, os Matarazo. Luciana Genro, sim a do PSOL, é filha de Tarso Genro, um pequeno proprietário do sul. Protógenes Queiróz é delegado federal, mas só isso, ganha o mínimo. Adriane Galisteu também passa por dificuldades, sua carreira na televisão mal paga o pão do café.
Magnífico.
Para colocar a cereja no bolo, o presidente Lula disse que as críticas são "hipócritas" e que na sua época de deputada ele também usufruiu de tal regalia para levar "companheiros" para lá e para cá. Claro ! Justíssimo !
Não bastasse tudo isso o deputado Sérgio Mendes ( PTB-RS ), que é relator do caso Edmar Moreira , ( sim, o do castelinho ), disse: " estou pouco me lixando para a opinião pública ( ... ) vocês batem, mas a gente se reelege".
A afirmação dele é epistolar e porque não dizer categórica. Infelizmente é verdade. A nossa democracia está viciada, comprometida e entulhada. A sociedade brasileira colocou a escumalha toda junta, toda a patuleia empoleirada. Não se consegue colocar a mão no fogo por ninguém, nem pelos que outrora carregavam a coroa da ética. A coroa está sem cabeça, ela é posta na vitrine para admiração popular, mas nenhum parlamentar tem capacidade moral de empunha-la.
Para concluir: o debate sobre reforma política ganhou força e tudo indica que o voto por lista fechada será aprovado por maioria simples. Ou seja, a única arma, ainda que fosse um estilingue, que tínhamos na mão que era tentar punir o transgressor não dando nosso voto pra ele, acabou. Votaremos em listas que se construirão pelo lobby, pelo jogo político, pelo interesse financeiro. Enfim, é a manobra irada para que eles se escondam, definivamente, atrás de uma cortina fétida.
Minha vontade é de escrever mais, mas meu estômago já está revirado.
O Congresso Nacional fede.
O primeiro, malfadado, diz respeito às passagens que os congressistas recebiam e utilizavam ao seu belprazer. Os meses que o contribuinte trabalha todo ano para ser revertido em imposto era gasto com voos de Eduardo Suplicy acompanhado da namorada para o exterior, de Luciana Genro para Protógenes Queiróz realizar palestras e até mesmo para Adriane Galisteu assistir ao Carnaval. Nada mais justo, não é? Mesmo porquê Suplicy é de família pobre em São Paulo, humilde, os Matarazo. Luciana Genro, sim a do PSOL, é filha de Tarso Genro, um pequeno proprietário do sul. Protógenes Queiróz é delegado federal, mas só isso, ganha o mínimo. Adriane Galisteu também passa por dificuldades, sua carreira na televisão mal paga o pão do café.
Magnífico.
Para colocar a cereja no bolo, o presidente Lula disse que as críticas são "hipócritas" e que na sua época de deputada ele também usufruiu de tal regalia para levar "companheiros" para lá e para cá. Claro ! Justíssimo !
Não bastasse tudo isso o deputado Sérgio Mendes ( PTB-RS ), que é relator do caso Edmar Moreira , ( sim, o do castelinho ), disse: " estou pouco me lixando para a opinião pública ( ... ) vocês batem, mas a gente se reelege".
A afirmação dele é epistolar e porque não dizer categórica. Infelizmente é verdade. A nossa democracia está viciada, comprometida e entulhada. A sociedade brasileira colocou a escumalha toda junta, toda a patuleia empoleirada. Não se consegue colocar a mão no fogo por ninguém, nem pelos que outrora carregavam a coroa da ética. A coroa está sem cabeça, ela é posta na vitrine para admiração popular, mas nenhum parlamentar tem capacidade moral de empunha-la.
Para concluir: o debate sobre reforma política ganhou força e tudo indica que o voto por lista fechada será aprovado por maioria simples. Ou seja, a única arma, ainda que fosse um estilingue, que tínhamos na mão que era tentar punir o transgressor não dando nosso voto pra ele, acabou. Votaremos em listas que se construirão pelo lobby, pelo jogo político, pelo interesse financeiro. Enfim, é a manobra irada para que eles se escondam, definivamente, atrás de uma cortina fétida.
Minha vontade é de escrever mais, mas meu estômago já está revirado.
O Congresso Nacional fede.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Cartas
A era digital veio para agilizar o nosso dia a dia. Tudo é feito online: transações, pagamentos, compras. Mais: mensagens pelo celular despencam aos montes, e-mails abarrotam nossas caixas de entrada. Tudo numa frieza mórbida, uma sequidão de expressões, uma nulidade de sentimentos e propósito.
O ato de escrever uma carta foi esquecido e hoje se reserva aos dito antiquados. Mas, se você, sensível leitor, já recebeu uma carta sabe a sensação que tentarei descrever. Ela denota um hiato no tempo, uma momento que alguém dedicou somente a você, momentaneamente ele se desdobrou encima de linhas para atingir o seu âmago, para lhe contar um fato, declarar-se, despedir-se, despiu-se. Por algum espaço de tempo a vida se encerrava naquele papel branco, reminiscências, lembranças, lapsos. É um processo, não como o dos e-mails, rápidos e eficientes, a carta não pretende ser rápida nem eficiente. A temporalidade da carta também é diferente. É um dado físico, material, quando necessário você recorre a ela. É uma certeza factual, está lá, escrito a punho, suor e, por que não, lágrimas.
Claramente uma necessidade humana, o reconhecimento que uma carta traz é infindavelmente maior do que qualquer invenção dos nossos tempos. Infelizmente quem tem se lembrado dessas vicissitudes é o banco. Sim, meu maior remetente, todo fim de mês ele está atento a mim.
Não hesite quando puder remeter uma carta. Histórias foram escritas por elas. Não deixe que definhe algo tão sublime. Presenteie com palavras belas, aconselhe, elogie... singelezas do cotidiano fazem toda a diferença.
O ato de escrever uma carta foi esquecido e hoje se reserva aos dito antiquados. Mas, se você, sensível leitor, já recebeu uma carta sabe a sensação que tentarei descrever. Ela denota um hiato no tempo, uma momento que alguém dedicou somente a você, momentaneamente ele se desdobrou encima de linhas para atingir o seu âmago, para lhe contar um fato, declarar-se, despedir-se, despiu-se. Por algum espaço de tempo a vida se encerrava naquele papel branco, reminiscências, lembranças, lapsos. É um processo, não como o dos e-mails, rápidos e eficientes, a carta não pretende ser rápida nem eficiente. A temporalidade da carta também é diferente. É um dado físico, material, quando necessário você recorre a ela. É uma certeza factual, está lá, escrito a punho, suor e, por que não, lágrimas.
Claramente uma necessidade humana, o reconhecimento que uma carta traz é infindavelmente maior do que qualquer invenção dos nossos tempos. Infelizmente quem tem se lembrado dessas vicissitudes é o banco. Sim, meu maior remetente, todo fim de mês ele está atento a mim.
Não hesite quando puder remeter uma carta. Histórias foram escritas por elas. Não deixe que definhe algo tão sublime. Presenteie com palavras belas, aconselhe, elogie... singelezas do cotidiano fazem toda a diferença.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
O seu tamanho
Relendo textos antigos que eu mesmo produzi e alguns textos recentíssimos produzidos para mim, notei algo sublime. Veja, nostálgico leitor, que algumas das afirmações que fazíamos com ares de certeza se voltaram contra nós mesmos, agora com ares de dúvida, questionando-nos.
Bala que ricocheteia.
O carrinho da montanha russa que chega ao ápice do trilho e volta de ré.
Boa imagem.
Nós somos exímios observadores da realidade alheia. Tecemos teorias, ou usamos das prontas, para indexar um rótulo. Estabelecer um paralelo desejável. Explicar uma situação.
Chegamos ao topo.
Abusamos das palavras, jogamo-las desencadeadamente pela folha. Saem belas frases: hipócritas. Há um quê de hipocrisia em todos nós. Sem exceção.
Pois bem, fica fácil analisar quando se está no alto. Olha-se com total imparcimonia a realidade logo ali abaixo.
Mas o carrinho desce.
O moinho gira, lembraria Cartola.
Reflita as linhas que outrora escreveu e veja quantas dicas foram dadas, quantos conselhos emprestados sendo que você era, ou seria, o protagonista. Note que estava tão mergulhado, inserido no contexto que se permitiu tecer "bulas" que mais vestiam o seu 36 do que aquele 42.
Olhe com carinho seus textos. Eles são mais inteligentes que nós, os seus autores. O que falta é o olhar cirúrgico e equilibrado para identificar as nuances. Elas saltam aos olhos do leitor atento e fogem aos do autor fugaz.
Bala que ricocheteia.
O carrinho da montanha russa que chega ao ápice do trilho e volta de ré.
Boa imagem.
Nós somos exímios observadores da realidade alheia. Tecemos teorias, ou usamos das prontas, para indexar um rótulo. Estabelecer um paralelo desejável. Explicar uma situação.
Chegamos ao topo.
Abusamos das palavras, jogamo-las desencadeadamente pela folha. Saem belas frases: hipócritas. Há um quê de hipocrisia em todos nós. Sem exceção.
Pois bem, fica fácil analisar quando se está no alto. Olha-se com total imparcimonia a realidade logo ali abaixo.
Mas o carrinho desce.
O moinho gira, lembraria Cartola.
Reflita as linhas que outrora escreveu e veja quantas dicas foram dadas, quantos conselhos emprestados sendo que você era, ou seria, o protagonista. Note que estava tão mergulhado, inserido no contexto que se permitiu tecer "bulas" que mais vestiam o seu 36 do que aquele 42.
Olhe com carinho seus textos. Eles são mais inteligentes que nós, os seus autores. O que falta é o olhar cirúrgico e equilibrado para identificar as nuances. Elas saltam aos olhos do leitor atento e fogem aos do autor fugaz.
terça-feira, 31 de março de 2009
Leite Derramado
A nova obra de Chico Buarque, homônima deste post, é lindamente bem concebida. Com sacadas que só um cérebro em plena atividade pode produzir. Mas não, caro leitor, não ousarei discorrer sobre as delongas do livro. Seria muita ousadia, apenas recomendo a leitura.
Talvez o leite derramado seja uma metáfora apropriadíssima para o momento. Imaginemos que são várias as maneiras que o leite pode escorrer de seu recipiente.
Talvez o leite derramado seja uma metáfora apropriadíssima para o momento. Imaginemos que são várias as maneiras que o leite pode escorrer de seu recipiente.
1.Pode acontecer da quantidade de líquido ser tamanha que o recipiente não mais o tolerar. Ele vai se enchendo pouco a pouco, aguentando, recrudescendo suas laterais, mas não adianta, vazará.
Passou dos limites que ele suportava.
2.Pode acontecer do recipiente cair. Neste momento não me vem outra imagem senão a de um grande jarro de vidro, desses bem fininhos, se estilhaçando, caquinhos que vão se misturar ao leite que escorre.
Não chegou na possibilidade total, capitulou antes disso.
Mas que banalidade tratar sobre o "leite derramado", dirão. Duvide das soluções simples, nada é simples quando se tratam de sentimentos, principalmente o mais intenso deles, o irmão do ódio; o amor.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Venezuela donde estás?
A cada programa de tv uma nova surpresa. É assim que tem sido a rotina dos venezuelanos com o malfadado "alô, presidente", o programa semanal exibido aos domingos e que tem como protagonista, claro, o estandarte do "resorgimento" bolivariano, Hugo Chávez.
A última movimentação da câmara oficialista e do executivo, chefiado por ele, foi a intervenção em portos e aeroportos de estados sob gerência da oposição, sim, ela ainda existe. A guinada autocrática que o governo "revolucionário" toma, em nome da equidade social, parece debochar explicitamente da democracia. Mais uma vez, dirá o atento leitor. Reavivamos nossa memória e lembraremos que o referendo sobre a reeleição infindável foi ratificada pela população. O Simón Bolívar do século XXI parece guiar o seu cavalo rumo aos seus amigos de trincheira: Fidel Castro, Evo Morales e Rafael Garcia. Mais do que amigos; verteram e bebem do mesmo fanatismo egocêntrico, que, cá entre nós, cheira mal.
A campanha publicitária de Chávez é magnífica. Ele realmente conseguiu angariar a confiança de uma grande parcela da população com o seu discurso assistencialista e patriótico. Foi laboriosíssmo, mas não esqueçamos que existe os que não concordam com o regime instaurado. Eles fazem massa não-ouvinte no legislativo, mas nas ruas de Caracas, como pode ser notado, se fazem serem vistos.
Com a queda do preço do petróleo, a rica Venezuela já sofre com crises de desabastecimento alimentar e já não consegue financiar tantos projetos estatais quanto gostaria. Vejamos até que ponto " el socialismo del siglo XXI" conseguirá absorver os anseios sociais e rir, demasiadamente, da frágil Democracia.
A última movimentação da câmara oficialista e do executivo, chefiado por ele, foi a intervenção em portos e aeroportos de estados sob gerência da oposição, sim, ela ainda existe. A guinada autocrática que o governo "revolucionário" toma, em nome da equidade social, parece debochar explicitamente da democracia. Mais uma vez, dirá o atento leitor. Reavivamos nossa memória e lembraremos que o referendo sobre a reeleição infindável foi ratificada pela população. O Simón Bolívar do século XXI parece guiar o seu cavalo rumo aos seus amigos de trincheira: Fidel Castro, Evo Morales e Rafael Garcia. Mais do que amigos; verteram e bebem do mesmo fanatismo egocêntrico, que, cá entre nós, cheira mal.
A campanha publicitária de Chávez é magnífica. Ele realmente conseguiu angariar a confiança de uma grande parcela da população com o seu discurso assistencialista e patriótico. Foi laboriosíssmo, mas não esqueçamos que existe os que não concordam com o regime instaurado. Eles fazem massa não-ouvinte no legislativo, mas nas ruas de Caracas, como pode ser notado, se fazem serem vistos.
Com a queda do preço do petróleo, a rica Venezuela já sofre com crises de desabastecimento alimentar e já não consegue financiar tantos projetos estatais quanto gostaria. Vejamos até que ponto " el socialismo del siglo XXI" conseguirá absorver os anseios sociais e rir, demasiadamente, da frágil Democracia.
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